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Zanzibar - Africa #convidadanomapa

 


A África sempre esteve nos meus planos. O caminho pessoal para chegar até lá não foi fácil. Fiquei muito tempo sem viajar, sem fazer planos ou viver meus sonhos. Logo eu, que já havia morado 5 anos em países europeus.

Em Zanzibar passei 40 dias em uma casa alugada na praia paradisíaca de Jambiani. Minha passagem pela ilha foi linda - escrevi esse texto no meu penúltimo dia. Após um mês voluntariando no Malawi eu me dei um presente de passar alguns dias descansando nesse paraíso. Como nada na minha vida acontece por acaso, e muito menos em 2017, acabei alugando essa casinha muito confortável, pé na areia, para ficar um mês. Me sentia literalmente no filme "A lagoa azul".

Escolhi Jambiani, dentre todas as possibilidades da ilha, por ser ao sul e bem menos explorada por turistas, como no caso das praias de Nungwi ao norte. Em Nungwi estão os resorts exclusivos, e todo aquele blá blá que eu não buscava na África. A cor do mar é bem azul e não depende da maré para banho, o que pode agradar a alguns. Eu prefiro a exclusividade do sul.

 Nos primeiros dias me hospedei em um hotel boutique, Uzuri Villa, com diárias de 70$ porque havia reservado em outro hotel que estava cheio e chorei um descontinho. Valeu muito a pena, me senti em casa e os quartos são incríveis. Recomendo o hotel inclusive para casais com filhos! Mas, recomendo a praia de Paje que fica há 10 minutos de carro, pela praia que pode agradar mais por ter muitas opções de restaurantes etc. 

O islamismo é a religião predominante em Zanzibar, ou seja, bem diferente do que estava acostumada - apesar de ter passado dois meses em Dubai em 2006. Como a regra básica de viajar (pelo menos para mim) é respeitar a cultura local, não tive grandes problemas. Me informei, e tentei agir sempre de acordo com os costumes. Nada de caminhar pelas ruas dos vilarejos em trajes de banho, bebendo cerveja ou demonstrando afeto de forma desrespeituosa. 

Jambiani me recebeu muito bem. Tive a oportunidade de dar aulas de inglês para pessoas da comunidade para ajudar com a indústria de turismo.

A comida é maravilhosa, uma mistura bastante original da culinária árabe, indiana e portuguesa. Muito polvo, calamari e curry.

Apesar de ter passado por uma situação desconfortável quando, em uma noite, um homem me seguiu até a porta de casa, não tive grandes problemas por ser mulher.

É importante saber se proteger, não se colocar em situações vulneráveis e não dar muita conversa para os mil homens que se aproximam diariamente com as mais diversas intenções. Os famosos "beach boys". Aliás, achei curioso saber do turismo sexual que existe por parte das mulheres que vão atrás de aventuras e se apaixonam. Diz a lenda que alguns homens até fazem "bruxaria" para conquistá-las e conseguem administrar várias namoradas, geralmente europeias. 

Zanzibar é realmente um paraíso com praias ainda pouco exploradas. É impossível chegar lá e não pensar em ficar. Não saberia descrever com palavras a sensação de tomar cafe da manhã todos os dias vendo o mar verde de Jambiani ou de andar pela rua do povoado e escutar as pessoas te chamando de teacher com muito amor.

 

Recomendo muito, assim como a África, que com seus inúmeros países tem milhões de encantos e mistérios. 

 

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