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Viajando sozinha de carro pela Espanha

August 10, 2018

Sempre tive curiosidade de conhecer a Espanha, porém nunca foi uma das minhas prioridades. Ingênua fui eu por esperar tanto pra incluir esse país incrível na minha rota. 

 

Acabei decidindo ir para Madrid por ser a passagem mais barata para a Europa saindo do Brasil (sério mesmo). Tinha algumas milhas pra gastar e essa era a única rota que conseguia fazer com elas (só ida). A partir dai comecei a estudar o país e montar meu roteiro. Aos poucos fui me apaixonando por cada cantinho e querendo colocar todas as cidades na minha rota, o que era impossível, já que a Espanha tem mais de 500 mil quilômetros quadrados. Apesar de pouco tempo, consegui fazer milagres e inserir 5 cidades no meu roteiro de 15 dias. 

 

Meu intuito com esse post não é falar detalhadamente da minha experiência em cada uma delas (vou fazer isso em posts separados), e sim da experiência no país em geral, especialmente ao cruza-lo de carro. 

 

Peguei o carro em Sevilla, com a empresa AVIS. Já havia feito uma pré-reserva e pago adiantado. Foi super rápido. Bastou dar meus dados, assinar um documento e bloquear o valor calção no cartão de crédito. Esse procedimento é padrão em todas as empresas que alugam carros. Dica importante: Na hora da retirada do veículo é preciso estar com o cartão que você fez a reserva. Sem isso eles não entregam o carro!

 

Era o carro mais simples, um Fiat Panda. Afinal eu estava sozinha e com pouca bagagem. Usei meu celular como GPS. Um SIM CARD com bastante dado de internet foi essencial. Comprei o da Lebara de 10GB por 15 euros e durou a viagem toda.

 

De Sevilla parti para Granada, 250 km feitos em aproximadamente 3 horas. A estrada é super tranquila, segura e sem pedágios! Há alguns radares, mas sempre muito bem sinalizados. A paisagem é um espetáculo a parte. Postos e restaurante são encontrados a cada pouco. 

 

 

 

Em Granada foi um pouco mais difícil, pois as ruas são bem estreitinhas e era difícil entender onde o carro podia passar e onde era  área apenas de pedestre. Estacionar na rua também foi uma dificuldade. Acabei optando por um estacionamento subterrâneo, onde a diária era 12 euros. Não usei o carro na cidade e nem faz sentido usar. Grana é pra bater perna e sair se perdendo!  Voltei pra direção apenas na hora de partir para o próximo destino: Valência.

 

De Granada para Valência são quase 500km. Esse foi o trajeto mais longo que fiz na viagem! Por isso deixei um dia todo reservado para a estrada e aproveitei e fiz algumas paradas. 

 

A primeira delas foi próximo a Múrcia, no Salto del Usero, em Bullas. Um lugar não muito conhecido, mas que é lindíssimo e muito gostoso para se refrescar. Foi ótimo para ganhar energia para seguir o resto da viagem! Mas a água era extremamente gelada! Atenção, durante a alta temporada a entrada é paga e limitada! Se informe aqui antes de ir. 

 

 

 

Seguindo para Valência ainda fiz uma segunda parada, numa cidade que me surpreendeu demais: Altea! Com algumas semelhanças a Grécia, principalmente pelas construções brancas e azuis, Altea é uma cidadezinha litorânea que faz parte da Costa Blanca. Um charme de cidade e pouco explorada pelos turistas (não há nada melhor).

 

 

 

 

Depois de alguma horas e sorvetes em Altea, segui para meu destino. Esse trecho litorâneo possui pedágios na estrada. E não são muito baratos. Paguei cerca de 15 euros, porém você paga de acordo com a quilometragem rodada na estrada. Os pedágios são automatizados. Você pega um ticket ao adentrar a rodovia e ao deixa-la vai haver um novo pedágio onde você deve inseri-lo e paga a quantidade necessária. A maquina aceita notas, moedas e cartões.

 

Valência me decepcionou um pouco. Talvez porque já tinha visto muita coisa incrível antes de chegar lá; ou talvez apenas não tenha me identificado com a cidade. De qualquer forma, fiquei apenas duas noites e aproveitei para relaxar antes de partir para a última etapa.

 

 

 

 

Por último, segui os 350km finais até Barcelona, onde devolvi o carro. Foi difícil não parar em cada cidadezinha no meio do caminho, pois parecia ter muita coisa linda! Mas como tinha horário para chegar me Barcelona, segui firme e forte.

 

 

 

Acredito que a melhor parte de viajar de carro é ter a liberdade de mudar de planos de ultima hora, parar onde quiser, ficar o tempo que achar necessário. Tanto Salto del Usero quanto Altea, foram locais que eu decidi visitar em cima da hora. Vi fotos e placas e resolvi arriscar. As melhores decisões que tomei.

 

Dirigir na Espanha foi uma ótima experiência. Apesar da gasolina ser cara, as estradas são ótimas e os outros motoristas são muito responsáveis, não há stress no trânsito. As placas são muito semelhantes com a do sistema de trânsito Brasileiro, então é tudo muito intuitivo. O 3G do meu celular funcionou em praticamente em todos os lugares, o que tornou mais fácil a viagem e fez eu me sentir mais segura. Recomendo a todos que gostam de dirigir!

 

 

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